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Escândalo no Miss Universo: Miss Islândia Renuncia ao Título e Denuncia Retirada Forçada

Helena O'Connor afirma ter sido punida financeiramente pela organização nacional após adoecer durante o concurso mundial na Tailândia.






O mundo dos concursos de beleza foi abalado nesta semana por mais uma polêmica envolvendo a franquia Miss Universo. Helena Hafþórsdóttir O’Connor, a Miss Universo Islândia 2025, anunciou oficialmente sua renúncia ao título nacional, alegando ter sido vítima de um tratamento "injusto e impossível" por parte da organização do seu país.


 O estopim da crise 

Segundo o comunicado publicado por Helena em suas redes sociais, o conflito começou durante a edição de 2025 do Miss Universo, realizada na Tailândia. A modelo contraiu uma grave intoxicação alimentar semanas antes da final. Apesar de ter feito acordos com a organização internacional para se recuperar e voltar à disputa, Helena afirma que o diretor nacional da Islândia a retirou da competição unilateralmente e sem seu consentimento.


Alegações de penalidades e silenciamento

 O caso ganhou contornos mais graves quando a Miss revelou que, ao retornar à Islândia, passou a enfrentar pressões contratuais. "Não vejo outra alternativa a não ser recusar respeitosamente a oferta da organização de pagar uma 'penalidade' não contratual para continuar trabalhando para eles", declarou a modelo. Helena também alega que houve tentativas de silenciar sua voz, impedindo-a de esclarecer aos fãs os reais motivos de sua ausência no palco mundial.


 O posicionamento da organização

 Em resposta às acusações, a organização Miss Universo Iceland emitiu uma nota negando qualquer irregularidade. Segundo os diretores, a decisão de retirada foi "independente e inequívoca" por parte da candidata e que as obrigações financeiras mencionadas fazem parte de cláusulas contratuais padrão, não sendo penalidades pela sua desistência.


Crise sistêmica no Miss Universo 

A renúncia de Helena O’Connor não é um caso isolado em 2025. O concurso deste ano tem sido marcado por desistências em série, incluindo as representantes da Estônia e da Finlândia, sob alegações que variam de falta de transparência a má gestão das organizações nacionais. Para Helena, a decisão de entregar a coroa foi uma questão de dignidade: "Recuso-me a ter minha voz silenciada", concluiu a agora ex-Miss Islândia, que encerra seu reinado marcada pela coragem de expor os bastidores da indústria da beleza.

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